A diretora de Assuntos Parlamentares do Sindireceita e secretária-geral da Pública – Central do Servidor, Sílvia de Alencar, participou na manhã desta quarta-feira, dia 4, da mesa de debates da oficina Amplie Sua Voz na Câmara dos Deputados, realizada no Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento (CEFOR) da Casa, em Brasília/DF. A oficina ocorre dos dias 2 a 5, com a participação de cerca de 70 pessoas, entre membros da sociedade civil organizada e entidades sindicais.

A oficina tem como objetivo apresentar o funcionamento e o papel do Poder Legislativo, informações e canais de comunicação da Câmara com a sociedade e ferramentas para acompanhamento e participação do processo de elaboração de leis. Além da diretora Sílvia de Alencar, também compuseram a mesa de debates da oficina o assessor da advocacy da Rede Justiça Criminal, Leonardo Santana; o assessor técnico-jurídico aposentado, Fernando Sabóia Vieira, e o assessor parlamentar do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), André Luís dos Santos. A mediação do debate foi conduzida pela jornalista da Secretaria de Comunicação Social (SECOM) da Câmara, Fabiana Melo.

Em sua explanação, a diretora Sílvia de Alencar tratou da importância da interação da sociedade civil organizada com o Parlamento e as ferramentas disponíveis para a realização dessa interação, entre elas o Infoleg da Câmara. Conheça a iniciativa aqui: https://www2.camara.leg.br/infoleg/aplicativo/

Sílvia também forneceu orientações aos participantes do evento sobre formas de abordar parlamentares e seus respectivos gabinetes. “Não há fórmulas prontas para isso, mas acredito que sempre temos que adotar uma abordagem respeitosa no contato com o parlamentar ou com o seu gabinete, independente do grau de proximidade que a pessoa ou entidade possa ter com eles”, comentou.

Ao final da mesa de debates, a diretora do Sindireceita respondeu dúvidas da plateia acerca da importância das frentes parlamentares na Câmara dos Deputados e da participação ativa da sociedade civil organizada para fornecer suporte às ações destes colegiados. “As frentes parlamentares podem ser instrumentos maravilhosos ou inócuos: tudo vai depender do suporte que a frente tem. Uma frente parlamentar não funciona apenas com as ações dos parlamentares; ela necessita do segmento interessado naquele tema motivando e dando visibilidade ao parlamentar que está atuando nela. Para que uma frente seja de fato operante, ela precisa do compromisso do segmento da sociedade que se interessa por ela. Temos muitas bancadas nesta Casa, mas não sinto a presença da bancada do povo, pois as pessoas não estão tão atuantes quanto deveriam. Precisamos cobrar, mas também participar ativamente”, defendeu.