Campanha “Viva a Originalidade. Pirata: Tô fora!” do Sindireceita lança documentário “Dias de Momo”

Para celebrar a originalidade e a riqueza cultural do carnaval pernambucano em Olinda e Recife, a campanha “Viva a Originalidade. Pirata: tô fora!”, promovida pelo Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da ReceitaFederal do Brasil (Sindireceita), lança o documentário “Dias de Momo”. A apresentação do documentário acontece na próxima quarta-feira, dia 23, às 16h, em Recife/PE, na sede do bloco carnavalesco Galo da Madrugada e integra as comemorações do Carnaval Pernambucano.

O lançamento do documentário “Dias de Momo”, produzido pelo Sindireceita, conta com o apoio do Governo do Estado de Pernambuco, Secretaria Estadual de Turismo, Secretaria Estadual de Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), Prefeitura do Recife, Clube de Máscaras Galo da Madrugada, Prefeitura de Olinda e o Clube Carnavalesco de Alegoria e Crítica o Homem da Meia Noite.

O documentário é uma iniciativa do Sindireceita, que promove a campanha “Viva a Originalidade. Pirata: tô fora!” em parceria com o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra Propriedade Intelectual (CNCP) do Ministério da Justiça, e tem por objetivo mostrar que ao valorizar as ideias, os produtos, a música, o artesanato e as manifestações culturais toda a sociedade ganha.

A presidenta do Sindireceita, Sílvia Alencar, destaca que o documentário faz parte da nova estratégia da campanha e tem como público-alvo estudantes, artistas, representantes de movimentos sociais e autoridades. “Nosso objetivo também é chamar a atenção da população para os riscos e prejuízos que a pirataria gera ao País. É preciso que todos percebam que ao valorizar a cultura nacional, a música, os artistas e o nosso artesanato ajudamos a criar empregos e estimulamos a economia, assim todo o País é beneficiado”, destaca. Sílvia Alencar acrescenta que o carnaval de Pernambuco foi escolhido para a produção do documentário por ser uma festa reconhecida internacionalmente por sua originalidade e caráter multicultural que reúne o frevo, o maracatu e diversas outras manifestações culturais.

Após o lançamento, o documentário estará disponível para distribuição gratuita e poderá ser exibido em escolas, cineclubes e compartilhado pelas redes sociais. Sílvia Felismino explica que a intenção é reforçar, especialmente nos jovens, a mensagem de valorização das ideias, produtos e atitudes originais. “Esse é o maior esforço antipirataria que a sociedade pode executar. Mostramos que foi a valorização que permitiu que o carnaval pernambucano se transformasse em uma das mais genuínas expressões culturais e artísticas brasileiras. Hoje, por todo o País, os artistas, a música pernambucana, o frevo, o maracatu, assim como outras manifestações culturais como os Bonecos Gigantes de Olinda são valorizadas e reconhecidas por sua originalidade e essa é a principal mensagem que o documentário “Dias de Momo” pretende passar para as pessoas”, acrescentou.

Lançamento:
Documentário “Dias de Momo”
Quando – Quarta-feira, dia 23 de janeiro
Local – Sede do Bloco Galo da Madrugada
Horário – 16h00
Endereço – rua da Concórdia, 984, São José, Recife-PE.

Campanha “Pirata: tô fora! Só uso Original” vence o 2º Prêmio Nacional de Combate à Pirataria

A campanha “Pirata: tô fora! Só uso Original”, promovida pelo Sindireceita, venceu, pelo segundo ano seguido, o Prêmio Nacional de Combate à Pirataria. O Prêmio é concedido pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra Propriedade Intelectual do Ministério da Justiça (CNCP/MJ) e tem por objetivo homenagear as entidades públicas e privadas que se destacaram no combate efetivo à pirataria e ao mercado ilegal.

A campanha “Pirata: tô fora!” foi reconhecida como a Melhor Ação Educativa desenvolvida no País em 2012. Neste ano o Sindireceita lançou a nova fase da campanha que tem por objetivo difundir a mensagem “Viva a Originalidade”, disseminando a ideia de valorização do original, que representa a essência do esforço antipirataria. As ações foram realizadas em eventos populares como os carnavais de Salvador/BA, Recife/PE e, pela primeira vez, movimentaram o Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas.

Campanha

O Sindireceita lançou a Campanha Nacional “Pirata: tô fora! Só uso Original” em 2005, no Ministério da Justiça, em Brasília/DF. Desde então, foram realizadas diversas ações em todo o País. A Campanha também foi incluída em um relatório de atividades do Ministério da Justiça entre as principais ações educativas em andamento no Brasil e integrou o esforço olímpico pela candidatura do Rio de Janeiro como cidade sede dos jogos em 2016. Um relatório detalhado das ações da Campanha foi encaminhado, por solicitação do Comitê de Candidatura Rio 2016, à sede dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos em Lausanne, na Suíça. O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) enviou ao Comitê Olímpico Internacional (COI) um memorando em que o Brasil se compromete a respeitar a propriedade intelectual durante os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro/RJ. De acordo com o COB, o apoio do Sindireceita foi fundamental no que tange às exigências do COI referentes à proteção das marcas.

Desde o lançamento, a Campanha “Pirata: tô fora. Só uso original!” desencadeou reações em todo o País. Nos últimos anos, o Sindireceita recebeu centenas de solicitações para uso da marca, produção de materiais e participação em ações de conscientização da sociedade e combate à pirataria. A cada dia, também aumenta a mobilização de educadores, microempresários e de representantes de multinacionais e entidades de classe interessados em ajudar no combate à pirataria no Brasil.

A campanha nasceu justamente da percepção dos Analistas-Tributários da Receita Federal que trabalham em regiões de fronteira e que apreendem volumes cada vez maiores de produtos piratas. Inicialmente, a meta era ampliar o debate e mostrar que a pirataria provoca sérios problemas ao Brasil. Nesse momento, a pirataria entrou na pauta dos debates da categoria e tornou-se uma preocupação nacional. Percebeu-se que além do aumento nas apreensões crescia também a diversificação de produtos piratas. Já não se falava apenas de CD’s e DVD’s. Os Analistas-Tributários passaram a apreender, cada vez mais, medicamentos, produtos agrícolas como agrotóxicos, brinquedos, óculos, vestuários, peças de veículos, ou seja uma infinidade de produtos piratas que trazem risco real à saúde da população.

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